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Doce Cafeína

Doce Cafeína

31
Ago22

O Segredo de Brokeback Mountain

Cafeína

Ontem, depois de jantar sentei-me no sofá a fazer zapping nos canais dos filmes e passei os olhos pelo título acima descrito.

Nunca tinha ouvido falar do filme, nem da história, tanto que o cafeína-men comentou admirado que o filme seria antigo, muito falado e complexo. Ok. Ao ler a breve sinopse carreguei no play para ver o filme.

Muito resumidamente, o fime fala de dois homens (vaqueiros) que se apaixonam e levam a vida a encontrarem-se de tempos a tempos para se namorarem. Paralelamente à sua relação, cada um tem a sua família, família esta que a nada lhes sabe, pois eles gostam mesmo é um do outro. 

Achei o filme duro, teve um final trágico e aquilo mexeu tanto comigo que me deitei a pensar naquela história e em quantas histórias haverá por aí semelhantes a esta. Ainda hoje estou a pensar em certas imagens e frases ditas naquela metragem e questiono-me porque a homossexualidade não é encarada naturalmente e porque têm estas pessoas serem sacrificadas por se amarem.

Para mim, o amor não tem sexo.

Sei lá...este filme mexeu com o meu emocional e hoje estou borocochô  

29
Ago22

Ora bem

Cafeína

Acordei cedo e passei a ferro, de vez em quando dá-me esta maluqueira.

Já tenho partilhado com colegas que passar a ferro funciona como uma terapia para mim. Toda a casa dormia, as gatas dormiam e eu pensava, pensava, pensava e passava, passava, passava. E passei a roupa toda.

Tomei a minha banhoca, e vim para a chafarica trabalhar. O mulherio está numa alta chifrineira e eu até já comentei que estou muito soft-zen e vou manter-me sossegadinha, na minha. Nestes dias até tenho pena de não fumar, vejam bem. Não sei até que ponto estou relaxada ou se só estou mesmo de porra à esquina por ser segunda-feira e não me apetecer vir trabalhar.

Depois penso que sou só humana e não tenho que entender tudo

24
Ago22

Um conto

Cafeína

Cruzaram marés, aguentaram as tempestades, viveram a chegada da Primavera. Amaram-se intensamente e a vida escreveu que serão eternos apaixonados. Apenas isso.

Agarraram as dores de um amor escondido, vivido por eles, numa linha em que o compromisso nunca chegaria. Antes deles, já existiam "o ele" e o "ela" dele e dela.

Só que ela dizia que largaria tudo para que aquele amor vingasse, ele nunca teve coragem de a escolher. Por amor, ela continuou ao lado dele, sarando as suas feridas em silêncio. Até que ele faria tudo por ela mas ela já estava cansada, tinha entristecido ao longo do tempo.

O caminho inverteu-se. Agora, ele faria tudo por ela mas ela partiu num silêncio que ele não notou.

Cansou-se de partilhar o beijo dele com a mulher dele e ele nunca assumiu que ela era quem o fazia sorrir. Cansada de andar na corda bamba, ela foi embora cansada, triste e desiludida.

Ela não queria mais ser dele enquanto ele partilhasse o corpo dele com outra. Cansada, matou o amor e partiu.

Serão eternos apaixonados.

Apenas isso e só isso.

23
Ago22

Um café com ROMI

Cafeína
Bom dia sapinhos (as)
 
Hoje, para tomar café comigo tenho a ROMI e podem encontar os seus desabafos e magnífico sentido de humor aqui.  Ora vão lá espreitar 
 
Vamos a isto? 
 
 
Romi: Obrigada pelo convite, tentarei não quebrar a chávena.
 
Cafeína: É melhor não porque o enxoval só trazia essa...
 
Comecemos então: 
 
Cafeína: Das inúmeras características que tens, qual a que melhor te define?
ROMI: Inúmeras mesmo e todas pouco recomendáveis, poderia digitar algumas, mas não temos tempo (salva pelo gongo). 
Digamos que é a impaciência, quero tudo para ontem.  
 
Cafeína: Que te faz sorrir com facilidade?
ROMI: Tudo, rio por tudo e por nada, como os parvos. Mas com maior facilidade, talvez uma mini. Bebo uma ao almoço e tenho risota para a tarde toda.
 
Cafeína: Que música te faz manter o rádio ligado até que a mesma termine?
ROMI: Não ligo o rádio, não confio no bom gosto dos outros. Depois ouço até ao fim as músicas que escolho para as diferentes etapas do dia. Mas faz de conta que ouço rádio, " Carmina Burana (O Fortuna) Carl Orff".
 
Cafeína: Qual o teu prato favorito?
ROMI: Ovos estrelados com batatas fritas. Se acompanhar uma azeitoninha e uma singela fatia de presunto, tanto melhor. 
 
Cafeína: O que não toleras?
ROMI: Não tolero gente sonsa. As pessoas "boazinhas" dão-me sono.
 
Cafeína:  Qual a tua cor favorita e que cor vestes mais?
ROMI: Não visto cores. Sinto-me um desenho animado. Só visto preto e branco que dizem ser a ausência de cor.  A única cor que tolero é o azul das calças de ganga. Gosto de me vestir em bloco, toda de preto ou de branco, mas também misturo.
 
Cafeína: Fala-me sobre um dos teus sonhos.
ROMI: Tenho sonhos recorrentes de que alguém me está a entrar pela casa adentro. Mas calhando isto é um pesadelo. O sonho a que te referes é vender a minha casa, comprar uma autocaravana e tornar-me cidadã anónima no País e no Mundo.
 
Cafeína: Que gostas de fazer nos tempos livres?
ROMI: Dormir, dormir, dormir. Ler, escrever, viajar e etc., para mim são tempos ocupados. Durmo uma média de 4h por noite. É o meu único tempo livre.
 
Cafeína: Acreditas em Deus ou em Algo superior?
ROMI: Acredito num Deus não punidor, que vagueia pelo tecto da minha casa, a quem dou raspanetes, se algo não corre bem, e a quem agradeço quando algo corre bem. Faz-me confusão termos um Cristo desnudo, só com uma fralda e uma coroa de espinhos na cabeça e pessoas com coragem de se ajoelharem aos pés, para pedir seja o que for. No lugar Dele perguntava se queriam para a troca. 
 
Cafeína: Que número calças, quanto medes?
ROMI: Calço 38 em rasos e 39 no salto alto. Meço 1,62m, mas quanto me irrito atinjo facilmente  1,70m (risos). 
 
Cafeína: Preferes praia ou campo?
ROMI: Praia, nasci na Figueira da Foz, o barulho das ondas sempre foi a minha música preferida. 
 
Cafeína: Qual o filme que mais te marcou?
ROMI: O filme que vi mais vezes, "Voando Sobre Um Ninho De Cucos". O conceito da amizade está todo lá. O que vi menos vezes, só uma, e quase de olhos fechados e impossível rever, " Hachiko, Amigos Para Sempre". Nunca chorei tanto num filme.
 
Cafeína: Escreverias um livro? Se sim, sobre quê?
ROMI: Tenho imensa coisa escrita. Daria vários livros, mas um livro só é livro quando publicado. Jamais publicaria, a resposta é não. Se sim, seria a homenagem que fiz à minha avó e que tem 237 páginas. 
 
ROMI: Obrigada pelo convite, o café escaldado como eu gosto. Só um reparo, caso haja próxima vez, carrega nos pastéis de nata, três souberam a pouco. 
 
Cafeína:  Da próxima vez bebemos umas jolas com tremoços  e umas coxinhas de frango panadas 
 
 
Que acharam sapinhos (as)  ?
 
Um dia muito feliz 
 
Beijinhos
 
19
Ago22

É badalhoco

Cafeína

Estou sentada num banco de jardim enquanto espero pelo meu filho. Observo um senhor que está a fumar o mesmo cigarro há precisamente 17 minutos. Pensei que calmo seria o senhor, pois desfrutava do seu momento a sós com o cigarro. Gostei de ver, pensei eu. Até que ele repuxaa dentro dos entrefolhos das suas entranhas qualquer coisa e cospe para o chão. Estamos em 2022. Ainda há pessoas badalhocas. 

Credo que horror

18
Ago22

Redes sociais

Cafeína

A propósito do post que li aqui e me inspirou vou partilhar convosco a minha experiência.

Em Fevereiro deste ano fechei as postas a todas as redes sociais, facebook, instangram e tik tok. Não lhes sinto falta, e percebi que ando muito mais tranquila. No entanto, deixei estas redes sociais por necessidade em cortar contacto com alguém que teve algum tempo na minha vida e me chateei muito a sério.

Desde então nunca mais voltei a ter redes sociais, leio mais artigos, faço outro tipo de pesquisas e já me questionaram quando volto. Não penso voltar, não sinto falta, senti que até me desitoxificou e prefiro manter-me longe. 

Tipo eremita ou bicho do mato.

16
Ago22

Um café com Ana Mestre

Cafeína

Bom dia sapinhos (as)

Hoje, tenho na minha humilde casa, Ana Mestre , autora dos blogs thats`it e também so palavras minhas, ora vão lá espreitar, que vale muito a pena 

Sem mais demoras, Ana Mestre, é dona de um humor muito característico e tem uma energia muito tranquila, que nos enche de boa disposição!

Vamos a isto? Bora lá

Cafeína: Das inúmeras características que tens, qual a que melhor te define?
Ana Mestre: Humildade.
Tenho a capacidade de ser humilde, de aceitar os meus erros e de humildemente pedir desculpa.

Cafeína: Que te faz sorrir com facilidade?
Ana Mestre: Sou de sorriso fácil e de lágrima fácil também.

Cafeína: Que música te faz manter o rádio ligado até que a mesma termine?
Ana Mestre: Depende do estado de espírito, mas gosto muito de música espanhola e de Amália (claro).

Cafeína: Qual o teu prato favorito?
Ana Mestre: Acho que não tenho um prato de eleição. Gosto mais de petiscos, tipo, ameijoas á bulhão pato, tábua de queijo, essas coisinhas assim.

Cafeína: O que não toleras?
Ana Mestre: -Mentira
-Maldade
-Falta de amor ao próximo
-Falsa modéstia
... e mais algumas coisas, que agora não me lembro.

Cafeína: Qual a tua cor favorita e que cor vestes mais?
Ana Mestre: A minha cor favorita é azul.
Visto quase todas as cores, excepto vermelho e amarelo.

Cafeína: Fala-me sobre um dos teus sonhos.
Ana Mestre: Viajar, ir a Jerusalém, e percorrer aqueles caminhos que estão escritos na história.

Cafeína: Que gostas de fazer nos tempos livres?
Ana Mestre: Dormir, dormir, dormir... Já disse dormir?!
Estar numa esplanada à beira mar, sozinha ou com amigos, a beber uma taça de vinho.

Cafeína: Acreditas em Deus ou em Algo superior?
Ana Mestre: Acredito que há uma força superior, se é Deus, não sei.
Acredito em Jesus, que ELE existiu, mas que a maior parte da sua vida, foi uma pessoa normal.
Acredito em Nossa Senhora De Fátima.

Cafeína:  Que número calças, quanto medes?
Ana Mestre: Calço 36/37, depende do calçado.
Eu digo que meço 1.70, no CC diz que é 1.68, mas no CC anterior era 1.69, acho que encolhi um centímetro.

Cafeína: Preferes praia ou campo?
Ana Mestre: Praia no campo (hahahaha).
Vivo junto à praia e não faço praia.
Se poder ter os "dois mundos" é ideal.

Cafeína: Qual o filme que mais te marcou?
Ana Mestre: Muitos. Mas há dois que destaco.
-Titanic
-Cleópatra

Cafeína: Escreverias um livro? Se sim, sobre quê?
Ana Mestre: Quando tinha 15/16 anos comecei a escrever um livro. Quase que obriguei a minha mãe a comprar uma máquina de escrever, o que aconteceu. Máquina nova, resmas de papel, e ao fim do segundo capitulo, a história já estava terminada(risos). Nem um mini conto se pode chamar aquilo que escrevi.
Escreveria, talvez um romance histórico, ou quem sabe um livro de memórias.

e pronto That´s it

Gostaram?

Um dia muito feliz 

12
Ago22

Coisas que sinto

Cafeína

Se há coisa que me deixa chateada, é saber e sentir a sensação de estar numa encruzilhada sem saber o que fazer.

Quando tudo até parece perfeito e a ideia de que sou eu que estou a fazer um problema tira-me do sério, fico triste, não sei lidar com isto.

Há situações em que o perfeito não existe e que mesmo dentro da imperfeição há esforço mas não é o que eu quero. Soa a provocação pelo bem que aparentemente se está e mexe na estrutura do pseudo funcionalismo. Estas coisas cansam-me tanto e metem-me tão triste. É como ter de olhar para a questão e dizer o quanto te amo mas o quanto mal me fazes porque não era deste jeito que eu queria.

Pergunto-me se andarei a dar demasiada importância a assuntos que não atam nem desatam mas que me confortam a alma. Ou talvez não.

Talvez não, porque quando a cidade dorme e as luzes apagam, fico eu, os meus desconfortos e frustações.

 

10
Ago22

Fui á secretaria da escola

Cafeína

e voltei cansada 

Todos os anos, em cada ínicio de ano escolar preencho um tanto de papelada com as mesmas perguntas:

"Qual o nome da mãe? do pai? do mano? tem cão? e gato tem de que cor? morada? o que faz a mãe? o que faz o pai? o número de agregado familiar, quando nasceu o primogénito, quando nasceu o caçula, costumam tossir? o seu mail por favor, escreva mais três vezes que uma não chega. o seu nr de telefone, do pai, do seu trabalho, onde trabalha a mãe e o pai?

Diga-me mãe qual o seu grau de parentesco com o educando ? Assine aqui, assine ali e agora meta a cruz aqui e volte a assinar..."

Mas pra quê?

09
Ago22

Um café com João Silva

Cafeína
Bom dia sapinhos (as)
 
Hoje trouxe para tomar café comigo João Silva, apaixonado pelas corridas, maratonista e autor do blog https://exgordoatualmaratonista.blogs.sapo.pt . João revela e traz testemunhos das suas corridas, das amizades e partilhas que estas lhe proporcionam. Desde já agradeço a sua participação aqui na Cafeína-House
Ora vão lá espreitar o blog do João, vale bem a pena
 
Vamos a isto? Bora lá
 
Cafeína: Das inúmeras características que tens, qual a que melhor te define?
João Silva: Não diria que são inúmeras 😅, mas talvez a determinação (misturada com força de vontade). Sou persistente, mesmo quando fico inseguro ou preciso de tempo para repetir uma tentativa com mais sucesso de alguma coisa que tenha corrido abaixo do esperado (e são tantas).
 
Cafeína: Que te faz sorrir com facilidade?
João Silva: Neste momento, sem dúvida, a espontaneidade do meu filho e a espontaneidade típica de conversas normais, por exemplo, em programas de rádio. Os trocadilhos fáceis, secos e muito saborosos ao estilo do Pedro Ribeiro, por exemplo.
 
Cafeína: Que música te faz manter o rádio ligado até que a mesma termine?
João Silva: Adoro rádio, diria que O Homem que mordeu o cão me faz isso muitas vezes, mas, fora de rubricas, por agora, a música "Paz" da Carolina Deslandes (o tema não me diz nada neste momento da vida, mas reflete um passado bem longínquo). Há muitas que me fazem parar, mas não me recordo de mais nenhuma neste momento. Assim de repente, menciono ainda "Amanhã", "A Terra gira" e "Olá, solidão" da banda Os quatro e meia (sim, sou fã 😉).
 
Cafeína: Qual o teu prato favorito?
João Silva: Grande motivo para reflexão 😅. Gosto de comer, sempre gostei, mas agora como de maneira diferente, mas talvez diga que o carneiro guisado da minha sogra ou a lasanha da minha esposa estão no topo. Para ser sincero e evitar problemas burocráticos, escolho a lasanha da minha esposa 😜, que foi o prato que nos juntou há 12 anos e meio.
 
Cafeína: O que não toleras?
João Silva: Incoerência. Deve ser defeito de profissão, pois a inconsistência e a incoerência são os maiores inimigos de um tradutor, mas não tolero quem diz uma coisa e faz outra. Tira-me do sério. Isso e falsos moralismos. Tudo é legítimo para cada um desde que de plena consciência e sem interferir com as liberdades alheias.
 
Cafeína: Qual a tua cor favorita e que cor vestes mais?
João Silva: Amarelo, a cor do meu clube desportivo, o Borussia Dortmund. Visto essa cor amiúde, mas a que visto mais é o vermelho, que também adoro. O azul da roupa desportiva também não falta. Em tempos desportivos, todo eu sou fluorescência 😅
 
Cafeína: Fala-me sobre um dos teus sonhos.
João Silva: Tenho alguns, mas o mais próximo neste momento é fazer uma maratona abaixo de três horas. O meu recorde está em 3h21. Parece-me que a lesão de há um ano foi o melhor que me aconteceu para chegar a este sonho.
 
Cafeína: Que gostas de fazer nos tempos livres?
João Silva: Depois de ter sido pai, os tempos livres reduziram muito. Às vezes já nem sei muito bem o que me define em termos de tempos livres. Contudo, sempre procurei que a corrida não faltasse desde o nascimento dele, mesmo nas horas mais difíceis, porque mas tornou mais faceis. Correr é muito na minha vida, é um quase tudo (só a família está acima) e é também uma bela forma de passar tempo livre. Isso e pensar em planos de treinos.
 
 
Cafeína: Acreditas em Deus ou em Algo superior?
João Silva: Cresci numa família crente mas incoerente, mas sou ateu de plena consciência há vários anos. Depois de perceber o que é ser ateu, consigo dizer que é o que melhor me assenta. Às vezes confunde-se com falta de fé ou de crença. Por muito egoísta que isso soe, eu acredito, mas sim naquilo que consigo fazer e nas coisas que consigo "controlar". Não desminto que uma moleta de crença me fazia falta em algumas situações, mas procuro encarar as coisas com pragmatismo e com tolerância. Estou casado pelo registo pelo civil com uma cristã devota e o meu filho é batizado. Incoerência? Não, chamo-lhe compatibilidade e tolerância. Respeito mútuo, no fundo, e dinâmica familiar. Não esconderei do meu filho que sou ateu e não farei particularmente grande coisa para que seja cristão ou crente noutra coisa. Tentarei dar-lhe conhecimento. O resto será com ele.
 
Cafeína: Que número calças, quanto medes?
João Silva: Calço 43 em calçado casual, 44 em corrida (bem-dita a hora em que percebi isso, afugentei muitas bolhas e unhas partidas). Meço 1,74 m e, não tarda, o meu filho ultrapassa-me 😅.
 
 
Cafeína: Preferes praia ou campo?
João Silva: Nasci e cresci perto da praia (e de muito campo) gostei e usufruí, até ia ficando numa aos 16 anos. Mas agora vivo mais no campo. Há muitos anos que não faço praia. Por várias razões. Gosto dos dois, mas acho que adoro estar rodeado de vegetação e serra. Tornou-se na minha companhia de vida e de treinos. 
 
Cafeína: Qual o filme que mais te marcou?
João Silva: Já tive excelentes filmes a deixar-me a braços com grandes reflexões, mas, honestamente, de momento, não me lembro de nenhum. Há dois anos que não vejo propriamente filmes e também deixei as séries, que muito apreciava, há cerca de quatro ou cinco meses. A vida caminha noutras direções, mas já houve muita coisa boa no cinema a marcar-me muito.
 
 
Cafeína: Escreverias um livro? Se sim, sobre quê?
João Silva: Na verdade, está escrito, estou em fase de procura de editora, até agora, sem grande sucesso. Há que ser persistente. Se não houver editoras interessadas, tratarei de autopublicar, embora isso não me agrade muito. O livro é um romance e tem uma certa inspiração autobiográfica.
 
 
 
Gostaram? 
 
Beijinhos e um dia muito feliz pela sapolândia 
 
 
 

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